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 Revista toxicodependências

 
Revista nº: 3/2002
OS QUÊS E OS PORQUÊS NA PREVENÇÃO PRIMÁRIA DAS TOXICODEPENDÊNCIAS* PARTE 2

Raúl Melo

RESUMO
Depois de uma primeira parte onde nos debruçamos sobre os Porquês da Prevenção, os Parceiros e as Equações que se lhes põem, avançamos nesta segunda parte para alguns Quês com que os interventores se deparam no seu dia a dia.
Questões como Conteúdos, Contextos, Timings e Cenários são aflorados de forma solta, ao sabor do pensamento, levantando dúvidas mais do que dando respostas. Dando continuidade ao pressuposto da primeira parte do artigo, pretende-se que das leituras nasçam reacções, pós ou contras, mas reacções que conduzam à prática e ao terreno, à curiosidade de ver como se faz, à partilha do que se fez, à exploração de como seria se de outra maneira fizesse…
Se a máxima de que “o principal instrumento preventivo é a relação” já vai sendo difundida que outra máxima se vá tornando cada vez mais clara: ninguém provoca a mudança sozinho. É no todo e com o todo que o sistema muda… e não nos podemos esquecer que nós próprios fazemos parte dele.
Palavras-chave: Prevenção primária; Crianças; Adolescentes; Jovens adultos; Meio laboral; Educação; Contextos do consumo de droga; Grupos organizacionais.


RÉSUMÉ
À la suite de la première partie, dans laquelle nous nous sommes cernés aux "pourquoi" de la prévention, des Partenariats et des Équations qu'en émergent, nous nous sommes orientés, dans cette deuxième partie, vers un certain nombre de questions qui se posent aux intervenants, au jour le jour.
Questions telles que Contenus, Contextes, Timings et Scénarios sont touchés de forme souple au rythme de la pensée, soulevant plutôt des doutes que des réponses.
En liaison avec les présupposés de la première partie, on prétend susciter des réactions sur des questions, pour ou contre, des réactions qui mènent à la pratique et au terrain, à la curiosité de voir comment faire, à l'échange de ce qu'on a fait, à la recherche de comment serait-il si on le ferait autrement.
Si la maxime qui veut que “l'outil principal de la prévention est la relation”, il est déjà assez connue qu'une autre devient de plus en plus reconnue: personne tout seul, est la cause du changement. C'est dans l'ensemble et avec l'ensemble que le système change… et nous, ne pouvons pas oublier que nous lui appartenons.
Mots-clé: Prévention primaire; Enfants; Adolescents; Jeunes adultes; Millieu laboral; Connaissances scolaires; Contextes de l'usage de drogue; Groupes organisationnelles.


ABSTRACT
After first reflexion about Prevention; Partnership and Equations reasons, we are going, to some facts concerning the interventions today.
Questions as Content, Context, Timings and scenarios are approached softly, by thinking rhythm, raising rather the doubts than the answers. Giving continuity to last presupposition in the first part, we claim that from readings rise the reactions in favour or against, but the reactions that lead to practice and to ground, the curiosity to see as we do, to share that we did, to search as it would be, if we do it otherwise. If the maxim “ the main prevention way is the relation”, is spreading, another maxim is becoming more and more clear: nobody provoke the change alone.
It is in the whole and with the whole that system changes… we cannot forget we are part of that.
Keywords: Primary prevention; Children; Adolescents; Workplace; Education; Contexts of drug use; Organisational groups.


* Parte 1, In:Toxicodependências, 2002, 8(2): 23-28


2002_03_TXT8.pdf
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